Portogallo: il 26 novembre Università in mobilitazione in tutto il Paese

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    è urgenteLe AAEE (associazioni studentesche) in seguito alle posizioni espresse da diverse organizzazioni studentesche di Porto, condividono le azioni previste e pubblicano il seguente comunicato, considerando fondamentale rendere cosciente l’intero paese della condizione di difficoltà in cui versano gli studenti universitari.

    Così come a Porto, in tutto il Portogallo si percepiscono le conseguenze delle politiche che da anni influenzano l’Università.

    I tagli ai finanziamenti statali (Acção Social Escolar) causano infatti immense difficoltà agli studenti, oltre ad incidere negativamente sulla qualità della didattica.Il disinvestimento nell’istruzione dimostrato dai bilanci statali costituisce inoltre una violazione della Costituzione che sancisce “il diritto allo studio per tutti” e la “responsabilità dello stato nello stabilire progressivamente la gratuità di tutti i livelli di insegnamento”. I recenti governi hanno contribuito al degradarsi del sistema di istruzione universitaria, che ormai è accessibile solo a coloro che hanno i mezzi economici per farlo. Allo stesso modo quest’anno, nonostante le elezioni legislative, quanto necessario a migliorare la condizione studentesca non risulta nell’agenda politica nazionale.

    Eppure continuano a registrarsi in tutto il paese carenze allarmanti che si aggravano di anno in anno, come la mancanza di personale docente e non docente, il peggioramento delle condizioni dell’insegnamento, l’aumento dei costi del materiale per lo studio, l’insufficienza delle borse di studio e ritardi nella loro assegnazione, la riduzione dell’offerta dei corsi, l’aumento dei prezzi in mense e bar oltre che un peggioramento della qualità del servizio, l’insufficienza del numero di residente studentesche (appena l’1% degli studenti vi ha accesso), l’aumento delle tasse universitarie e allo stesso tempo del costo della vita. Questa situazione ha costretto migliaia di studenti a lavorare per pagarsi gli studi o, peggio, ad abbandonare l’Università. Alla conclusione del percorso di studi, per altro, le opportunità di lavoro sono poche e i giovani sono costretti a cercare lavoro al di fuori del loro ambito di studi, accettando condizioni precarie senza prospettive sul futuro.

    Non possiamo accettare questa condizione deplorevole come immutabile. 

    La nostra unione fa la differenza e la lotta degli studenti deve proseguire.

    Come provano le vittorie ottenute in tutto il paese non possiamo arrenderci, gli studenti devono portare avanti la battaglia per i propri diritti.

    Considerata la condizione di instabilità della classe politica responsabile anche degli investimenti sull’istruzione, questo è un momento di particolare importanza,  che ci permette di dare alla nostra voce un peso maggiore ed una ragione per scendere in piazza con tutte le nostre forze per pretendere maggiori finanziamenti per l’Università.

    Per questo il 26 novembre, al grido “È urgente: migliori condizioni per lo studio”, chiediamo a tutti gli studenti di scendere in piazza, per una giornata segnata da mobilitazioni in tutto il paese.

    L’unità degli studenti è determinante per essere più forti e per far sì che le nostre richieste siano ascoltate.

    #maiscondições #ensinosuperior #luta26novembro

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    As (AAEE subscritoras), após conhecimento da tomada de posição de várias estruturas estudantis do Porto vem a fazer o presente comunicado e solidarizar-se com as ações anunciadas. Entende-se que é fundamental que em todo o país se faça ouvir as dificuldades dos estudantes e do Ensino Superior.
    Assim como no Porto, em todo o país se sentem as consequências das políticas que ano após ano afectam o Ensino Superior.

    Os cortes no financiamento, na Ação Social Escolar, têm causado imensas dificuldades aos estudantes. A qualidade pedagógica também está a ser afectada. Os vários Orçamentos de Estado demonstram um desinvestimento na educação e um desrespeito pela Constituição, que consagra que “todos têm direito ao ensino” e que “incumbe ao Estado estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino”. Assim sucessivos governos têm aprofundado a degradação do Ensino Superior, estando este apenas acessível aos que têm a possibilidade de o pagar.
    Este ano, marcado pelas eleições legislativas, mais uma vez as reivindicações estudantis não estão em cima da mesa.

    Mais uma vez se ouve, por todo o país, que existem casos de carências alarmantes, que a cada ano se vêm a agravar: falta de pessoal docente e não-docente nas instituições; falta de condições materiais para o ensino; excesso no custo dos materiais inerentes aos cursos; bolsas insuficientes em relação às necessidades dos estudantes e o atraso na sua entrega; redução de oferta de cursos; aumentos de preços nas cantinas e bares, associado à falta de qualidade e condições nas mesmas; muitas insuficiências nas residências (apenas 1% dos estudantes tem acesso às mesmas), aumento do valor das propinas, taxas e emolumentos.

    Toda esta situação tem levado milhares de estudantes a abandonar o Ensino Superior e forçado muitos outros a trabalhar para poder pagar os seus estudos. Os estudantes acabam os seus cursos sem perspetivas de emprego, ou são empurrados para a procura de trabalhos fora da sua área, com vínculos precários, sem perspetiva de futuro.
    Apesar desta situação deplorável, não a podemos encarar como certa e imutável. A nossa união faz a diferença. A luta dos estudantes em todo o país é o caminho. Como comprovado nas vitórias que se tem alcançado por todo o país, não podemos baixar os braços. Os estudantes têm de persistir na luta pelos seus direitos e fazer ouvir a sua voz.

    Esta é uma fase de especial importância, tendo em conta a instabilidade politica que permite abrir portas para a sua voz. Assim sendo está na altura das forças políticas ouvirem os estudantes e de reforçarem o investimento na Educação.
    Os estudantes têm de sair à rua com a sua máxima força e exigir mais financiamento para o Ensino Superior, mais financiamento da Ação Social Escolar.
    Assim, dia 26 de Novembro, sob o mote “É URGENTE: condições para estudar” convocamos os estudantes do país para sair a rua.
    Apelamos ainda que, por todo o país, este dia também seja marcado por grandes acções. A união dos estudantes é determinante para que tenhamos mais força e que, venha o que vier, as nossas reivindicações sejam ouvidas.

    Saudações Académicas

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